A Chef’s Life, With Scars and All

Mar 13, 2011 by


I am in love with the brilliant book: “Blood, Bones & Butter: The Inadvertent Education of a Reluctant Chef” (Random House) by Gabrielle Hamilton.

– The New York Times –

The through-line in this volume remains Ms. Hamilton’s efforts to recapture the magic of her childhood, and her love of food, which would culminate in the decision to open a restaurant of her own in 1999: “Prune,” located at First Avenue and First Street. (www.prunerestaurant.com)

The driving impulse behind her determination to open a restaurant, she explains, was to “harness a hundred pivotal experiences relating to food — including hunger and worry — and translate those experiences into actual plates of food,” to reproduce the sort of hospitality she’d experienced traveling “from Brussels to Burma,” in a 30-seat restaurant in “the as-yet-ungentrified and still heavily graffitied East Village,” to give guests the sort of primal food experience that existed in small towns around the world, long before snooty words like “artisanal,” “organic,” “diver-picked,” “free-range” and “heirloom” became trendy seals of approval in big-city restaurants.

“I wrote a book in a way that I would like more people to write books,” Ms. Hamilton said. “I’m not afraid of the real truth. There is nothing you can tell me about yourself that is going to make me clutch my pearls.”

“Ms. Hamilton might scoff at fussy, doctrinaire belief systems when it comes to eating, but it’s safe to say that she does have a life philosophy, one that mi…ght be boiled down to the following roux: Life is messy. Get used to it. Books, movies, music, restaurants, advertising: something’s happened to us,” she said. “We’re not telling the truth. We don’t stink. We don’t have yellow teeth. We don’t have crooked teeth. We don’t have to suffer disagreement or pain or setbacks anymore. You can go to your doctor and get a pill — you don’t even have to be melancholy anymore, right? I mean, it’s just incredible what the new way of being is. We’ll see how that works out.”

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Gabrielle is the daughter of Mr Jim Hamilton – I did his portrait, in three versions. She grew up in Lambertville, NJ – where I live now.

Please check  > www.luizvilela.net/category/figurative/

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A vida de uma chefe de cozinha, com cicatrizes e tal.

Eu fiquei encantado com o livro brilhante da chefe de cozinha e escritora Gabrielle Hamilton: “Sangue, Ossos e manteiga: A educação inadvertida de uma ‘chef’ obstinada” (Editora Random House)

– The New York Times –

O motivo principal deste livro é experimentar Gabrielle resgatando a magia da infância e seu amor pela comida, que culmina na sua decisão de abrir um restaurante próprio em 1999: “Prune (Ameixa)”, localizado na Primeira avenida e rua número 1, em Manhattan. (www.prunerestaurant.com)

A vontade por trás da sua determinação em abrir um restaurante, ela explica, era de “juntar uma centena de experiências relacionadas com a alimentação – incluindo a fome e a preocupação – e traduzir essas experiências reais em pratos de comida”, reproduzindo assim os mais variados tipos de hospitalidade que Gabrielle experimentou em suas viagens “de Bruxelas à Burma,” resumidos em um restaurante de 30 lugares, no “ainda-intacto bairro novaiorquino -e cheio de grafite- East Village.” Ela gostaria de oferecer aos clientes o tipo de experiência culinária primordial que existe em pequenas cidades ao redor do mundo, muito antes de palavras arrogantes como “orgânico,” “free-range,” “caseiro,” e “artesanal” tornarem-se moda e em selos de aprovação nos restaurantes das cidades grandes.

“Eu escrevi este livro numa forma em que eu gostaria que mais pessoas escrevessem,” disse ela. “Eu não tenho medo da verdade nua e crua. Não há nada que você possa me dizer sobre si mesmo que vai me fazer ficar chocada.”

“Gabrielle pode zombar das picuinhas ou dos sistemas doutrinários quando se trata de comer, mas é seguro dizer que ela tem uma filosofia de vida. Uma filosofia que sublinha o seguinte: a vida é complicada. Portanto, adapte-se a ela. Livros, filmes, música, restaurantes, publicidade: algo está acontecendo com a gente,” disse ela. “Nós não falamos a verdade. Nós não fedemos. Nós não temos dentes amarelos. Nós não temos dentes tortos. Nós não temos que sofrer  por desacordos, por dores, falhas ou perdas e danos … Você pode ir ao seu médico e tomar uma pílula – você não precisa nem ficar triste mais, certo? Quer dizer, é incrível o que esse novo estilo de vida é. Vamos ver no que vai dar isso.”

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Gabrielle é a filha do Jim Hamilton – eu pintei o retrato dele,  em três versões. Gabrielle cresceu em Lambertville, NJ – onde eu moro agora.

Veja mais > www.luizvilela.com/category/figurative/

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Roger Waters, the alchemist of sound and imagery

Oct 06, 2010 by


How could you possibly describe a rock concert that starts with a life-size-warplane flying over your head, crossing the arena and crashing against a huge wall on stage…? And, I mean, a BIG explosion and flames???

Roger Waters is commemorating the 30th anniversary of the original release of The Wall with a monumental tour featuring a full band and a newly-mounted state-of-the-art production of his epochal masterpiece of alienation and transformation performed in its entirety, at Madison Square Garden, New York City, last Tuesday evening.

“Why am I doing The Wall again now?
This new production of The Wall is an attempt to draw some comparisons, to illuminate our current predicament, and is dedicated to all the innocent lost in the intervening years.”

The chief lyricist for Pink Floyd, leading his own band while building and knocking down a wall again onstage, took us on a journey on the death of his father (in World War II), vicious schoolmasters, a clinging mother, infidelity, divorce, rock-star excesses and the hollowness, paranoia and demagoguery of fame. Fears and drugs combined to wall him away from the world, until, after a surreal trial, the wall crumbled to both expose him and restore his humanity.

“What it comes down to for me is this: Will the technologies of communication in our culture, serve to enlighten us and help us to understand one another better, or will they deceive us and keep us apart? I feel it is my responsibility as an artist to express my, albeit guarded, optimism, and encourage others to do the same. To quote the great man, ‘You may say that I’m a dreamer, but I’m not the only one.’ ”

One of the most profoundly influential albums in the history of recorded music, The Wall continues to affect pop culture while resonating with generations of music fans.

A masterpiece!
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Roger Waters, o alquimista de sons e imagens

Como você poderia descrever um show de rock que começa com um avião de guerra, em tamanho natural voando sobre sua cabeça, atravessando a arena e batendo contra um muro enorme no palco …? E, digo, numa explosão de chamas ENORME!!

Roger Waters está comemorando o 30 º aniversário do lançamento original do The Wall, numa turnê monumental com uma banda completa e uma novíssima e requintada produção de sua obra-prima de época sobre alienação e transformação realizada em sua totalidade, no Madison Square Garden, em Nova York – show este que assistí na noite de terça-feira (5 de Outubro’10.)

“Por que estou fazendo “The Wall” novamente e, agora?
Esta nova produção de The Wall é uma tentativa de estabelecer algumas comparações, para iluminar a nossa situação atual, e é dedicada a todos os inocentes perdidos em anos de intervenção (guerra).”

Roger Waters, o letrista principal do Pink Floyd, botando a sua própria banda para construir e derrubar uma parede de novo no palco, transportou-nos para uma viagem sobre a morte de seu pai (na II Guerra Mundial), professores vilões, uma mãe dominadora, a infidelidade, o divórcio, excessos de rock-star, e o vazio, a paranóia e a demagogia da fama. Medos e drogas combinados para a isolá-lo do mundo, até que, depois de um julgamento surrealista, a parede ruiu -afinal- para expô-lo e restaurar a sua humanidade.

“O que importa para mim é esta questão: Será que as tecnologias de comunicação na nossa cultura servem para nos iluminar e nos ajudar a compreender melhor uns aos outros, ou será que elas nos enganam e nos mantêm separados? Eu sinto que na minha responsabilidade de artista eu deveria expressar meu otimismo, cautelosamente, e incentivar outros a fazerem o mesmo. Para citar o grande mestre, ‘Você pode dizer que eu sou um sonhador, mas eu não sou o único.’ ”

Um dos álbuns mais influentes na história da música, o “The Wall” continua a afetar a cultura pop ao mesmo tempo em que se ajusta às diversas gerações de fãs de música.

Obra prima!

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Perfecty Flawed by Stina Persson

Sep 15, 2010 by


Fashion illustrator and artiste Stina Persson recent art work is on view until the end of September’10 at
Gallery Hanahou
611 Broadway, Suite 730 New York, NY 10012
+1 646 486 6586
info@galleryhanahou.com

As told by Eva Stenskär:

“Taking a leap of faith always involves a certain amount of terror on behalf of the one leaping. In the new solo show “Perfectly Flawed” at New York City’s Gallery Hanahou, the one taking the plunge is Swedish artist Stina Persson who abandons her digital safety net to create unaltered works that are beautifully perfect – or imperfectly beautiful – and as a result soars.
“I’m so used to not being allowed to make any mistakes, that when I finally am, it’s difficult to accept them,” Persson says at the opening at Gallery Hanahou, glancing at one of her paintings where the watercolor has been allowed to leave a long, runny streak.
“After a while you begin to censor yourself, so it’s good for me to do art like this.”
Persson is first and foremost an illustrator and is as such successful, with corporate clients like Coca Cola, Absolut Vodka and UNIQLO and editorial clients like Vogue Nippon, Harper’s Bazaar and Nylon Magazine. But she’s an equally interesting artist. Says Koko Nakano, her American agent:
“Stina’s work is really fascinating because it crosses over genders and ages. It’s elegant and feminine yet has strong and masculine qualities at the same time.”
According to Nakano, people of different background fall for Persson’s work.
“We get a lot of street artists; hip, young people who want to work with her. Both men and women.”
Persson’s females – and they are only females – are inspired by the 1970’s when authenticity was the commandment and battle songs were sung around the camp fires.
“Everything’s much too slick today,” Persson sighs. “It’s as if everything must be botoxed.”
Persson’s women need no botox. Proud and beautiful they look up and ahead – unaware, or perhaps not caring about, their slight imperfections. They know, as we all do deep inside, that it’s the imperfections that make us interesting and human.

“Perfectly Flawed” runs through October 1. For more information: Gallery Hanahou, 611 Broadway, New York City.
www.galleryhanahou.com
For more of Stina Persson’s work – see here:
www.stinapersson.com

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STING in concert

Jul 17, 2010 by


Roqueiro, strings attached.

If there was ever a concert where Sting seemed small on stage, it was last Wednesday (July, 14) evening at the Metropolitan Opera, where he played for a sold-out house fronting the 45-member Royal Philharmonic Concert Orchestra.

The show, called Symphonicity — a word play on The Police’s 1983 album “Synchronicity” — was a clever musical treatment that humbly placed the importance on the music rather than Sting’s celebrity. At the same time, it was also a major boast by Sting when he claimed his music can stand up to the power and grandeur of a full classical orchestra.

The impression I had was that I was on a plane flying towards a giant cloud, in this case a cloud of sound – and slowly, the huge sound wave enveloped me. And what a sound! … I don’t have trained ear for classical music, yet my sensitivity warned me that all the musical notes coming out of that stage were right on the button, all in the right tone (but of course!) Due to impeccable competence of all the musicians of the orchestra, of which Sting said “it’s the biggest band I’ve ever had.”

Elegant in a tuxedo jacket over a dark jeans and black sneakers, he told stories between songs, explaining why he created them. These Englishmen … are admirable even! When I went to see David Bowie’s concert I had the same impression: that guy, stylish and elegant! The two have an attitude on stage only surpassed by Caetano Veloso, in my opinion.

The way they hold the microphone and, occasionally turning their head to the side, looking down.

Sting is a complex guy, but in the end, this reinvention of his songbook was simple. At this classy affair, Sting and company were playing the good stuff. By playing “Roxanne” with a moody instrumentation and a Latin undercurrent, Sting’s old story about devotion to a street walker seemed new again.

Sting, who created many of the best songs he played at this concert while he was in a little trio called The Police, should know size doesn’t matter. Yet, during numbers like the sad-yet-powerful “I Hung My Head,” “King of Pain” and “Every Breath you Take,” there was balance between the rock and the symphonic.

One surprise: suddenly, accompanied by the sensual sound of a trumpet, they attack in bossa nova rhythm and Sting sings the song I most enjoyed in the show which I had never heard before, “All would envy” about the passion of an older guy for a young woman, and he said he took it (the music) from the bottom of the trunk.

Sting sang for 3 hours!

This is one of the must-see concerts of the year.

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Se alguma vez houve um show de Sting no qual ele pareceu pequeno no palco foi o de quarta feira à noite (julho-14) no Metropolitan Opera House, em New York, onde ele tocou para uma casa lotada em frente aos 45 membros da Royal Philharmonic Concert Orchestra.

O show, chamado Symphonicity – um jogo de palavras com o álbum/The Police de 1983 “Synchronicity” – foi um tratamento musical inteligente que, humildemente, colocou a importância da música ao invés de celebridade Sting. Ao mesmo tempo provou para o cantor que sua música pode enfrentar o poder e a grandeza de uma orquestra clássica.

No palco do teatro mais imponente de Manhattan a atitude dele era de que não estava nem aí, digo, parecia que ele nos recebia para um sarau no pátio do quintal da casa (castelo) dele na toscana.

A sensação que eu tive foi a de que eu era um avião voando em direção à uma nuvem gigantesca, neste caso uma nuvem de som – e aos poucos, a imensa onda sonora me envolveu. E que som! … Eu não tenho ouvido adestrado para música clássica, ainda assim, minha sensibilidade me alertava que todas as notas musicais que saíam daquele palco eram corretíssimas, todas no tom certo (mas claro!) devido a competência impecável de todos os músicos daquela a qual Sting chamou de “a maior banda que já me acompanhou.”

Elegantíssimo, num casaco de smoking em cima de uma calça de brim escura e tenis preto, ele contou estórias entre as canções, explicando o por que de cada uma delas. Esses ingleses… São admiráveis mesmo! Quando fui ver o show do David Bowie eu tive a mesma impressão: que sujeito cheio de estilo, e elegante! Os dois tem uma atitude no palco só superada por Caetano Veloso, na minha opinião. O jeito de segurar o microfone, e, de vez em quando virar a cabeça para o lado, olhando para baixo.

Sting é um cara complexo, mas no final, esta reinvenção de seu songbook foi simples. Nesta clássica performance, Sting e companhia brincaram com coisas boas. Não que a canção “Roxanne” realmente precisasse trocar o swingue do reggae em favor dos metais e das cordas. No entanto, usando uma instrumentação temperamental e uma nuance Latina, a conhecida música sobre a fascinação de Sting por uma prostituta holandesa pareceu inédita novamente.

Sting, que criou muitas das melhores canções que ele tocou neste “concerto” enquanto ele estava na banda The Police, deve saber que tamanho não faz diferença. No entanto, durante as canções de fossa “I Hung My Head”, “King of Pain” e “Every Breath You Take” havia um balanço entre o rock e a música sinfônica.

Uma surpresa: de repente, acompanhados pelo som sensual de um trompete, eles atacam de bossa nova e Sting canta a música que mais gostei do show a qual eu nunca tinha ouvido antes, “All would envy” sobre a paixão de um cara mais velho por uma garota, e ele disse que a tirou (a música) do fundo do baú.

Qualquer impressão de que este foi um chouck’n’roll orquestrado por uma estrela roqueira buscando relevância foi completamente apagada pelo contexto do evento ao mesmo tempo em que flutuava na voz maleável do cantor.

Sting cantou por quase 3 horas!!

Este, um dos shows imperdíveis do ano.

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CONCERT UNDER THE STARS – Riverside Symphonia

Jun 19, 2010 by


Happy Birthday America! Celebrating America with an unforgettable evening of light, classical, popular,and patriotic music – all under the stars at scenic Tinicum Park! And fireworks!!! … It’s an ever-popular holiday tradition that’s become the quintessential Bucks County experience. Picnic, family, friends, enjoying a spectacular Independence Day!

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Feliz Aniversário, América! Celebrando este país com uma noite inesquecível de luzes, música clássica, popular, e música patriótica – todo mundo sob as estrelas no deslumbrante Tinicum Park! E no final, fogos de artifício! … É uma tradição do feriadão do 4 de julho cada vez mais popular, que se tornou a quintessência do condado de Bucks County.

Picnic, família, amigos, todos desfrutando de um Dia da Independência espetacular!

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Welcome!

Jun 02, 2010 by


Welcome to Luiz Vilela’s Blog! More will come here soon. In the meantime, please visit me on Facebook.

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