GAL at Carnegie Hall

Mar 25, 2011 by


I went to listen to Brazilian singer Gal Costa at Carnegie Hall last night. Just her voice and the sound of Luiz Meira’s guitar. A show full of “bossa nova” songs – and I was expecting more songs from the repertoire of Caetano Veloso, Chico Buarque, etc. … Anyway it was wonderful until the end – after all, is not everyday that we have the luxury of listening to top quality Brazilian music, live, in the US.

As she said: ”This is my mission on this planet: to give comfort, to give good feelings with my voice and my music” And that was exactly what she did on the stage of the most wonderful theater in America.

When she returned for the encore she sang “Dindi” I didn’t know I liked this song that much until last night, when, in my opinion, she performed the definitive version of it. The sound happening on that stage was like crystal clear water flowing smoothly between the stones in a creek. It was exhilarating!

And the waters of this river?

Where do they go? I don’t know…

I’ve waited my whole life for… I’ve waited for…

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Here is a video of 1992 – she sings “Dindi” with Tom Jobim playing the piano:

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Ontem à noite eu fui ouvir Gal Costa cantar no Carnegie Hall, em New York City. Só a voz dela e o som do violão de Luiz Meira. Um show praticamente “bossanovista” – e eu esperava mais músicas do repertório do Caetano, Chico e etc… e até uma pequena banda… De qualquer maneira foi maravilhoso até o final – afinal não é toda hora que a gente, aqui nos usa, pode ter o luxo de ouvir música brasileira da melhor qualidade.

Ela disse no programa: ”a minha missão neste planeta é dar prazer e emoção com minha voz e minha música” Foi exatamente isso o que ela fez no palco de maior prestígio deste país.

Quando ela voltou para o bis, Gal cantou “Dindí” Eu não sabia que eu gostava tanto desta música até ontem à noite, quando, para mim, ela cantou a versão definitiva. O som que saía daquele palco era como água cristalina fluindo suavemente entre as pedras de um riacho.

Foi emocionante!

E as águas desse rio

Onde vão, eu não sei

A minha vida inteira, esperei, esperei…

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Aqui segue um vídeo de 1992 – ela canta “Dindi” com Tom Jobim no piano:

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A Chef’s Life, With Scars and All

Mar 13, 2011 by


I am in love with the brilliant book: “Blood, Bones & Butter: The Inadvertent Education of a Reluctant Chef” (Random House) by Gabrielle Hamilton.

– The New York Times –

The through-line in this volume remains Ms. Hamilton’s efforts to recapture the magic of her childhood, and her love of food, which would culminate in the decision to open a restaurant of her own in 1999: “Prune,” located at First Avenue and First Street. (www.prunerestaurant.com)

The driving impulse behind her determination to open a restaurant, she explains, was to “harness a hundred pivotal experiences relating to food — including hunger and worry — and translate those experiences into actual plates of food,” to reproduce the sort of hospitality she’d experienced traveling “from Brussels to Burma,” in a 30-seat restaurant in “the as-yet-ungentrified and still heavily graffitied East Village,” to give guests the sort of primal food experience that existed in small towns around the world, long before snooty words like “artisanal,” “organic,” “diver-picked,” “free-range” and “heirloom” became trendy seals of approval in big-city restaurants.

“I wrote a book in a way that I would like more people to write books,” Ms. Hamilton said. “I’m not afraid of the real truth. There is nothing you can tell me about yourself that is going to make me clutch my pearls.”

“Ms. Hamilton might scoff at fussy, doctrinaire belief systems when it comes to eating, but it’s safe to say that she does have a life philosophy, one that mi…ght be boiled down to the following roux: Life is messy. Get used to it. Books, movies, music, restaurants, advertising: something’s happened to us,” she said. “We’re not telling the truth. We don’t stink. We don’t have yellow teeth. We don’t have crooked teeth. We don’t have to suffer disagreement or pain or setbacks anymore. You can go to your doctor and get a pill — you don’t even have to be melancholy anymore, right? I mean, it’s just incredible what the new way of being is. We’ll see how that works out.”

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Gabrielle is the daughter of Mr Jim Hamilton – I did his portrait, in three versions. She grew up in Lambertville, NJ – where I live now.

Please check  > www.luizvilela.net/category/figurative/

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A vida de uma chefe de cozinha, com cicatrizes e tal.

Eu fiquei encantado com o livro brilhante da chefe de cozinha e escritora Gabrielle Hamilton: “Sangue, Ossos e manteiga: A educação inadvertida de uma ‘chef’ obstinada” (Editora Random House)

– The New York Times –

O motivo principal deste livro é experimentar Gabrielle resgatando a magia da infância e seu amor pela comida, que culmina na sua decisão de abrir um restaurante próprio em 1999: “Prune (Ameixa)”, localizado na Primeira avenida e rua número 1, em Manhattan. (www.prunerestaurant.com)

A vontade por trás da sua determinação em abrir um restaurante, ela explica, era de “juntar uma centena de experiências relacionadas com a alimentação – incluindo a fome e a preocupação – e traduzir essas experiências reais em pratos de comida”, reproduzindo assim os mais variados tipos de hospitalidade que Gabrielle experimentou em suas viagens “de Bruxelas à Burma,” resumidos em um restaurante de 30 lugares, no “ainda-intacto bairro novaiorquino -e cheio de grafite- East Village.” Ela gostaria de oferecer aos clientes o tipo de experiência culinária primordial que existe em pequenas cidades ao redor do mundo, muito antes de palavras arrogantes como “orgânico,” “free-range,” “caseiro,” e “artesanal” tornarem-se moda e em selos de aprovação nos restaurantes das cidades grandes.

“Eu escrevi este livro numa forma em que eu gostaria que mais pessoas escrevessem,” disse ela. “Eu não tenho medo da verdade nua e crua. Não há nada que você possa me dizer sobre si mesmo que vai me fazer ficar chocada.”

“Gabrielle pode zombar das picuinhas ou dos sistemas doutrinários quando se trata de comer, mas é seguro dizer que ela tem uma filosofia de vida. Uma filosofia que sublinha o seguinte: a vida é complicada. Portanto, adapte-se a ela. Livros, filmes, música, restaurantes, publicidade: algo está acontecendo com a gente,” disse ela. “Nós não falamos a verdade. Nós não fedemos. Nós não temos dentes amarelos. Nós não temos dentes tortos. Nós não temos que sofrer  por desacordos, por dores, falhas ou perdas e danos … Você pode ir ao seu médico e tomar uma pílula – você não precisa nem ficar triste mais, certo? Quer dizer, é incrível o que esse novo estilo de vida é. Vamos ver no que vai dar isso.”

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Gabrielle é a filha do Jim Hamilton – eu pintei o retrato dele,  em três versões. Gabrielle cresceu em Lambertville, NJ – onde eu moro agora.

Veja mais > www.luizvilela.com/category/figurative/

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