Roger Waters, the alchemist of sound and imagery

Oct 06, 2010 by


How could you possibly describe a rock concert that starts with a life-size-warplane flying over your head, crossing the arena and crashing against a huge wall on stage…? And, I mean, a BIG explosion and flames???

Roger Waters is commemorating the 30th anniversary of the original release of The Wall with a monumental tour featuring a full band and a newly-mounted state-of-the-art production of his epochal masterpiece of alienation and transformation performed in its entirety, at Madison Square Garden, New York City, last Tuesday evening.

“Why am I doing The Wall again now?
This new production of The Wall is an attempt to draw some comparisons, to illuminate our current predicament, and is dedicated to all the innocent lost in the intervening years.”

The chief lyricist for Pink Floyd, leading his own band while building and knocking down a wall again onstage, took us on a journey on the death of his father (in World War II), vicious schoolmasters, a clinging mother, infidelity, divorce, rock-star excesses and the hollowness, paranoia and demagoguery of fame. Fears and drugs combined to wall him away from the world, until, after a surreal trial, the wall crumbled to both expose him and restore his humanity.

“What it comes down to for me is this: Will the technologies of communication in our culture, serve to enlighten us and help us to understand one another better, or will they deceive us and keep us apart? I feel it is my responsibility as an artist to express my, albeit guarded, optimism, and encourage others to do the same. To quote the great man, ‘You may say that I’m a dreamer, but I’m not the only one.’ ”

One of the most profoundly influential albums in the history of recorded music, The Wall continues to affect pop culture while resonating with generations of music fans.

A masterpiece!
………………………………………………

Roger Waters, o alquimista de sons e imagens

Como você poderia descrever um show de rock que começa com um avião de guerra, em tamanho natural voando sobre sua cabeça, atravessando a arena e batendo contra um muro enorme no palco …? E, digo, numa explosão de chamas ENORME!!

Roger Waters está comemorando o 30 º aniversário do lançamento original do The Wall, numa turnê monumental com uma banda completa e uma novíssima e requintada produção de sua obra-prima de época sobre alienação e transformação realizada em sua totalidade, no Madison Square Garden, em Nova York – show este que assistí na noite de terça-feira (5 de Outubro’10.)

“Por que estou fazendo “The Wall” novamente e, agora?
Esta nova produção de The Wall é uma tentativa de estabelecer algumas comparações, para iluminar a nossa situação atual, e é dedicada a todos os inocentes perdidos em anos de intervenção (guerra).”

Roger Waters, o letrista principal do Pink Floyd, botando a sua própria banda para construir e derrubar uma parede de novo no palco, transportou-nos para uma viagem sobre a morte de seu pai (na II Guerra Mundial), professores vilões, uma mãe dominadora, a infidelidade, o divórcio, excessos de rock-star, e o vazio, a paranóia e a demagogia da fama. Medos e drogas combinados para a isolá-lo do mundo, até que, depois de um julgamento surrealista, a parede ruiu -afinal- para expô-lo e restaurar a sua humanidade.

“O que importa para mim é esta questão: Será que as tecnologias de comunicação na nossa cultura servem para nos iluminar e nos ajudar a compreender melhor uns aos outros, ou será que elas nos enganam e nos mantêm separados? Eu sinto que na minha responsabilidade de artista eu deveria expressar meu otimismo, cautelosamente, e incentivar outros a fazerem o mesmo. Para citar o grande mestre, ‘Você pode dizer que eu sou um sonhador, mas eu não sou o único.’ ”

Um dos álbuns mais influentes na história da música, o “The Wall” continua a afetar a cultura pop ao mesmo tempo em que se ajusta às diversas gerações de fãs de música.

Obra prima!

Read Comments      Comment
Follow Luiz

Get every new post about Luiz's art delivered to your Inbox.

Join other followers: